Depoimento de um parto normal!

Vamos iniciar hoje uma série de relatos de mães que encontro pela vida e pela internet. Já li tantas histórias lindas, já chorei inúmeras vezes me colocando na pela daquela mãe e aprendi que cada mãe tem seu tempo, seu limite, que cada bebê também tem seu tempo e suas limitações. Respeitar a decisão de uma mãe é tão importante quanto respeitar a religião de cada ser. Aprendizado que quero levar para a vida toda!

Mandei 5 perguntas para a mamãe descrever seu relato

  1. Maior desafio na gestação;
  2. Como foi seu parto;
  3. Amamentação foi fácil?;
  4. Um momento exaustivo da maternidade;
  5. Um momento gratificante da maternidade (não vale ser o parto).

Então vamos a primeira história da:

Lívia

Bom começando pelo começo, Meu nome é Thaís, tenho 28 anos, estudante de jornalismo e sempre fui uma pessoa que adora ficar sozinha, sempre gostei do sossego de poder ficar sozinha com meus pensamentos e com minhas coisas, então por isso a maternidade era um sonho bem distante, tinha total pavor de engravidar. Tenho um relacionamento que ao todo já são mais de 13 anos juntos e a cobrança das pessoas pelo bebê sempre foi grande mas não me sentia preparada e nem com vontade. Com o passar do tempo comecei a olhar para crianças de uma forma diferente e a pensar em como seria se eu tivesse uma, decidi então que queria um filho mas só depois dos 30 anos, mas ainda tinha 26. Quando já estava com 27 anos foi como num estalar de dedos, uma certa noite chorei muito, queria ser mãe, queria muito, já queria até ter um filho, já queria que ele tivesse nascido e  que estivesse em meus braços, foi um sentimento novo, estranho e de certa forma perturbador porque eu fiquei literalmente desesperada para ser mãe, sentia que faltava isso para ser plenamente feliz, não sei mas acredito que Deus tenha me tocado em meu sonho e dito vai lá, a hora é agora!
Decidimos então parar com o remédio e papum, era a hora mesmo, menos de 20 dias depois eu estava gravida, mas só descobri depois de 2 meses.
Minha menstruação desceu e eu chorei, fui consolada pelo meu marido que me disse que nosso filho viria na hora certa, mal sabíamos que ele (ela no caso) já estava la, forte, com o coração como se fosse um cavalinho apostando corrida. =)
No dia dos pais do ano passado fui na missa de manhã e fiquei pensando, vai que meu marido já é pai e a gente não sabe, vou fazer o teste de farmácia amanhã cedinho, mas esqueci então acabei fazendo na terça.
Tudo o que eu mais queria era ser mãe, tudo o que ele mais queria era ser pai, tudo o que mais queríamos era ver esse sonho se realizando mas na hora que vi dois tracinhos na tirinha e eles não apagavam enquanto eu escovava os dentes sem tirar os olhos dele meu coração deve ter parado por uns 10 segundos, estava la, resultado positivo. Eu havia imaginado varias surpresinhas para contar para o Diego quando isso acontecesse e a unica coisa que consegui fazer foi sair do banheiro chorando com o exame na mão e dizer, se isso aqui tiver certo mesmo eu to gravida.
No mesmo dia fui fazer o exame de sangue, muito nervosa, afinal minha vida estava prestes a mudar completamente e tudo colaborou para que eu ficasse mais nervosa ainda, deu problema na liberação do laudo e o resultado só sairia no outro dia, quase não dormi, no outro dia fui la buscar o exame, lembro que no laudo estava assim, resultado negativo se for abaixo de 30UI, o meu deu mais de 16 mil, GRAVIDISSIMA!!!
Escrevi no espelho do quarto parabéns papai para quando o Diego chegasse, muito choro de alegria, uma felicidade tomou conta da gente mas não tínhamos noção do tanto de coisas maravilhosas ainda iriam acontecer. Das alegrias cada vez que ela mexia na barriga, cada ultrassom que o médico mostrava ela em 3d e ficávamos loucos, minha barriga ia crescendo na mesma proporção que meu amor pela minha filha ia aumentando. Lembro certinho da primeira vez que eu senti ela mexendo, estava sozinha no serviço comendo uma maçã, na hora fiquei muito emocionada, ela ali mexendo como quem diz, mamãe você nunca mais estará sozinha.
Mas falando do outro lado, tive medo sim, muito, não estava em um momento financeiro tão bom, no meio do meu curso na faculdade, estagiando na minha área mas sabendo que não existe licença maternidade para estagiaria, medo de ter que parar a faculdade, medo da zika, medo dela nascer com alguma imperfeição, medo de não dar conta, medo de não ser pra ela a mãe que eu sempre quis ter, medo de acontecer alguma coisa e eu precisar cria-la sozinha, medo de não conseguir ter o parto normal, então não tinha como não pensar no futuro e ficar com medo.
Minha gravidez toda foi muito tranquila, trabalhei bastante, tanto no estagio quanto fazendo doces pra festa que é um segundo trabalho, andei muito, empolgada correndo atrás das coisas do quarto e das coisas dela.
Como ja queria o parto normal por questões obvias né? fui em busca de uma médica que respeitasse e apoiasse minha decisão e encontrei a incrível Dra. Alessandra, desde a primeira consulta me senti segura e sabia que ela era a médica certa. Tudo muito tranquilo, crescimento do bebê, pressão, evolução da gravidez até que esbarrei em um problema, meu peso, eu ganhei ao todo 9,5 kg na gestação mas engravidei já acima do peso e a médica pegou muito no meu pé e esse sem duvida foi o fator que mais me incomodou na gestação, não consegui curtir pra valer porque a todo momento tinha medo de engordar, não por ficar gorda mas pela diabetes gestacional que me apavorava essa possibilidade. Posso dizer que meu maior desafio na gestação foi esse, poder desencanar dessa preocupação.
Meu parto foi MARAVILHOSOO, doído, sofrido mas maravilhoso, e a satisfação de ter conseguido ter minha filha de forma natural foi essencial para que tivesse nascido ali outra mulher, me sinto muito mais forte e capaz de enfrentar qualquer coisa. Entrei em trabalho de parto no dia que completava 37 semanas, desde 35 semanas eu ja andava com medo pois tinha certeza absoluta que nasceria antes do tempo, quando me perguntavam pra quando era o bebê eu sempre dizia, acho que nasce em março (a data prevista era pra abril), e assim foi, ela nasceu dia 17 de março, em um lindo e emocionante parto humanizado, ao som de “fico assim sem você” da Adriana Calcanhoto, depois de mais de 18 horas de trabalho de parto, sendo dessas 18, 12 horas com dores, não me arrependo em momento algum, ela saiu e veio direto para os meus braços, quentinha, quietinha, olhando pra mim e para o pai dela, nasceu rosinha e com a boca vermelha, com o cordão umbilical bem curtinho, saiu cuspida, mal coroou e já saiu inteira rs, 44 cm e 2.740 kg do mais puro amor da minha vida. Foi muito melhor do que eu havia planejado e passaria por isso de novo com certeza. (já imagino minha pequena junto comigo no próximo parto participando de tudo =D)
A amamentação não foi fácil e ainda não é, eu não tinha nada de bico no seio, ela até mamou um pouquinho quando nasceu mas pedi auxilio para a enfermeira do hospital, tentamos de todo jeito até que ela me trouxe um bico de silicone que deu super certo, minha filha mamou os dois peitos seguidos, mas a enfermeira pediu que eu usasse por 2 dias só pra não acostumar. Quando fomos pra casa minha filha não conseguia mamar, chorava, ficava nervosa e eu pra não ver ela com fome colocava o bico de silicone, e aconteceu o que a enfermeira falou, ela acostumou, depois só mamava com ele, tava de certa forma tudo certo, não tinha machucado meu seio, e ela se alimentava super bem, a pediatra me disse pra ficar tranquila que uma hora ela pegaria direto no peito, pois é, ela pegou, com quase 3 meses começou a pegar, e agora esta acontecendo o que era pra ter acontecido no começo, o seio machucado, dói e as vezes eu não aguento e coloco o bico de silicone por causa da dor, a frustração é grande, mas a paciência também é, amo dar mama pra ela, amo ela olhando nos meus olhos e sorrindo com meu peito dentro da boca, então desistir jamais.
Ah um momento exaustivo na maternidade com certeza são as noites mal dormidas, foi e ainda é difícil, no começo ela acordava muito mais, mas ainda hoje acorda pra mamar, tenho a impressão que se eu dormisse o dia todo ainda não ia conseguir ficar descansada rs, mas faz parte e apesar de ser cansativo é gratificante e tudo vale muito a pena.
Essa quinta pergunta é a mais difícil (já que não vale o parto rs). Tudo é muito gratificante, o que a Lívia trouxe pra minha vida eu não consigo achar palavras pra descrever. Ela trouxe luz, trouxe esperança, trouxe amor, Deus me deu uma filha perfeita, super saudável. Quando olho pra ela tenho ainda mais certeza do quanto Deus me ama e me da a chance todos os dias de ser uma pessoa melhor.
Enfim, se eu pudesse dar um conselho para as pessoas seria, tenham um filho, é maravilhoso, transformador, a chance de criar, educar e formar um ser humano de bem é desafiador mas é muito mais gratificante do que podemos imaginar.
Obrigada pela chance de poder falar um pouquinho (quer dizer, muito né, rs) sobre a minha experiência.
Beijos.
Por Thaís Fávaro

Gestação semana 5

5º semana

Na quinta semana você já está  mais de um mês gestante, a ficha ainda não caiu, você deve estar decidindo ainda para quem vai contar, se é que vai contar agora né?rs Algumas mães conseguem esperar 3 meses para anunciar a gestação. Nessa semana eu ainda nem desconfiava, comecei a sentir o estômago estranho, mas achei que era algum tipo de intolerância a lactose (Cortei o leite o chocolate e comprei uns remédios para o estômago, vai entender…-.-)

Saiba que no primeiro trimestre da gestação é o momento em que devemos ter o maior cuidado com o nosso corpo, pois estamos carregando o ser mais importante das nossas vidas e eles ainda são bem frágeis. Não tropece, não caia, não se distraia pelo amor, pelo menos no primeiro trimestre e no ultimo.

Agora é hora de tomar algumas providencias: marcar o exame de sangue, se você ainda não o fez, agendar com um médico obstetra para iniciar o pré-natal, marcar a ultra-sonografia, correr para o google e pesquisar tudo sobre gestação, alterar o planejamento feito para o próximo ano, adequar o planejamento financeiro, passar na farmácia para comprar óleo corporal ou hidratante, e se você tem um pouquinho de tempo livre, passa em uma loja para bebês, só para sentir a áurea da maternidade e para ter o primeiro contato com as incontáveis coisas que os bebês usam.

Se você já pratica exercícios físicos, peça orientação ao seu treinador ou médico para saber quais os exercícios permitidos para gestantes. Normalmente ficará de fora todo e qualquer exercício abdominal. Se você é sedentária, após o terceiro mês é importante iniciar alguma atividade física leve como caminhada, hidroginástica, pilates e até Ioga. Se o seu médico liberar antes de completar o 3º mês, não perca tempo. Os benefícios do exercício físico você vai colher no antes, durante e pós parto. Eu escolhi o Pilates e foi maravilhoso, me deixou mais ativa e menos depressiva durante a gestação.

Os sintomas da gravidez já está bem acentuado nessa fase:

  • Enjoos, vômitos e azias
  • Seios inchados
  • Maior frequência urinária
  • Sono em excesso
  • Diminuição natural do metabolismo
  • Prisão de ventre
  • Dores de cabeça

Essas são os principais sintomas, mas alem disso podem ocorrer também:

  • Sangramento nas gengivas, pois há um aumento na vascularização nessa região. Recomenda-se massagens com os dedos, uso de escovas de dentes mais macias e é importante ter um acompanhamento de um dentista. Li relatos de gestantes que ficaram com todos os dentes bem moles e existe uma maior probabilidade das cáries aumentarem.
  • Pequenas pontadas no pé do útero, como se fossem cólicas. Isso pode ter relação com o crescimento uterino e é bem comum entre as gestantes. Caso as dores fiquem fortes de mais e acompanhado de sangramento procure seu médico, isso pode ser sintomas de um aborto.
  • Aumento da secreção vaginal é bem comum entre as grávidas, teve-se ter uma atenção maior se a secreção vier acompanhada de cheiro e coloração mais forte. Se a coceira aparecer é algum tipo de infecção, mas não se preocupe, isso também é bem comum. Marque seu médico e siga as orientações, ele passará remédios para alívio e controle da infecção (você vai precisar pois a coceira pode ser intensa podendo até ferir a vagina)

Para as mamães sortudas que não tem nenhum desses sintomas, parabéns!!! A minha dica é; registre tudo, escreva, tire fotos. Você está mais linda e sensível como nunca esteve e não coma mais na rua (diminua ao menos) nem exagere nos doces.

A alimentação é um ponto importante daqui para frente. Se você tinha uma vida agitada e sem horários é preciso desacelerar um pouco e cuidar da sua rotina alimentar, pois os principais órgãos, como os rins e o coração, estão se desenvolvendo, e o tubo neural, que liga o cérebro à medula espinhal, se fecha. Nessa fase alguns médicos receitam Ácido Fólico para prevenir má formação no tubo neural, pergunte a ele se é o seu caso e qual a quantidade adequada. Aproveite essa fase para uma reeducação alimentar, todo o cuidado que a gente tem na gravidez é na verdade a forma correta de se alimentar. Alimentos de cores variados, ingestão de vegetais crus, e um balanço correto das categorias alimentares. (Aquela da pirâmide) Se você conseguir isso já é um passo importante para a sua saúde, do bebê e da sua família. Falaremos disso na Introdução Alimentar daqui um ano, mas leve para a vida essa dica.

Até a próxima semana 🙂

Diabete Gestacional

Na minha gestação um exame mal feito me diagnosticou com diabete gestacional. Num primeiro momento a sensação é horrível, pensar que será preciso tirar da sua dieta praticamente tudo que você come de mais gostoso na vida é assustador, mas a determinação vem logo em seguida, afinal é para o bem do bebê.

No dia seguinte consegui um encaixe para consultar uma nutricionista e comecei a dieta. A nossa alimentação é tão carregada em carboidratos e açucares que só de cortar por uma semana eu já estava perdendo peso. Mudei radicalmente os alimentos que entravam em casa e passei a ficar mais tempo na cozinha me adaptando a nova fase. Resultado foi: intestino funcionando como um reloginho e perda de peso, o que não era bom numa gestação, então passei a tomar complementos para continuar engordando. Em menos de 3 semanas o segundo exame saiu e constou que eu não tinha absolutamente nada, talvez eu tenha exagerado no doce na semana do exame, mesmo assim a dieta seguia conforme a tabela da nutri. Nos finais de semana abria uma exceção. rs

Um relato: A vontade de comer doce aumentou em 200%, comecei comprar doces para diabéticos e a pesquisar como fazer doces e pasmem, descobri até como fazer leite condensado. rs

Então vamos entender melhor sobre o assunto?

O que é a diabete gestacional?

A diabete gestacional é um problema que surge durante a gravidez. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue. É uma condição que quase sempre se normaliza sozinha depois que o bebê nasce — ao contrário de outros tipos de diabete, que duram a vida inteira.

A diabete aparece quando o corpo não consegue fabricar a insulina — um hormônio produzido pelo pâncreas — em quantidade suficiente. A insulina controla a quantidade de açúcar disponível no sangue, para ser usado como fonte de energia, e permite que o excesso de açúcar seja armazenado.

Seu corpo precisa produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê — principalmente da metade da gravidez em diante. Se seu corpo não conseguir fazer isso, você pode ficar com diabete gestacional. Seu nível de açúcar no sangue também pode subir devido às mudanças hormonais da gravidez, que interferem na ação da insulina.

Nas primeiras consultas do pré-natal, você será submetida a um exame de sangue, e nele será feita a medição da glicemia de jejum. Se o médico considerar o resultado alterado, pode pedir um novo exame, o teste de tolerância à glicose — em que você tem de tomar um líquido doce e uma hora depois colher sangue para dosar a glicemia. No caso de o primeiro resultado ser normal, mas o obstetra considerar que seu risco de ter diabete gestacional é mais elevado, ele pode pedir um novo exame de glicemia de jejum na segunda metade da gravidez.

Como a diabete afeta a gravidez?

O lado positivo do tratamento da diabete é que você tem como influenciá-lo para o bem. Com orientação médica, você conseguirá controlar a diabete durante toda a gestação.
O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais. Um bebê muito grande pode dificultar o parto, e aumenta a probabilidade de você precisar de uma cesariana. O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e a apresentar problemas respiratórios. O volume de líquido amniótico também pode aumentar demais.

Há pesquisadores que acreditam que bebês grandes demais têm maior probabilidade de sofrer de obesidade mais tarde. Quando adultos, também têm mais propensão à própria diabete.
Quando a mulher já era diabética antes da gravidez, há um risco maior de o bebê apresentar problemas de saúde — especialmente se a diabete pré-gestacional não estava sendo controlada. Pode acontecer de a mulher só descobrir que é diabética nos exames do pré-natal. Esse é um dos motivos para a recomendação de as mulheres se submeterem a novo exame de glicemia de jejum cerca de um mês e meio depois do parto.

Quem corre mais risco de ter diabete gestacional?

Mulheres que já tiveram diabete gestacional antes, ou que já tiveram bebês considerados grandes, correm um risco maior de ter diabete gestacional. Também elevam o risco:

  • Obesidade (IMC acima de 30)
  • A idade: a tendência para a diabete aumenta naturalmente com a idade; quanto mais nova a mulher, menor a chance de ter diabete gestacional
  • A existência de um parente de primeiro grau diabético, dependente de insulina

Como vou saber se tenho diabete gestacional?

Você dificilmente saberá, a não ser que o problema seja detectado pelos exames do pré-natal. Por isso os exames são tão vitais. Algumas mulheres sentem sede anormal ou cansaço extremo, sintomas clássicos da diabete.

Como se trata a diabete gestacional?

Seu obstetra ou um endocrinologista vão orientá-la sobre como controlar a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o consumo de alimentos doces e bebidas com cafeína. Você receberá conselhos sobre como se alimentar — o melhor é fazer refeições pequenas e frequentes, em vez de comer muito de uma vez só.

Para algumas mulheres, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle pela alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina. Você poderá aplicar a injeção sozinha — a agulha é bem pequena. De qualquer maneira, precisando ou não de insulina, você terá um acompanhamento mais frequente da gestação, com a realização de mais ultra-sons para verificar o crescimento do bebê e o volume de líquido amniótico.

Ouvi dizer que fazer exercícios é bom para a diabete gestacional. É verdade?

Sim. É importante fazer atividade física, e seu médico deve conversar com você sobre como incluir exercícios no seu dia-a-dia. Consulte nosso guia de atividade física na gravidez para obter idéias de exercícios que a agradem. As pesquisas mostram que a atividade física ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle, e há também indicações concretas de que a prática regular de exercício antes da gravidez ajuda a prevenir a diabete gestacional.

Vou continuar tendo diabete depois que o bebê nascer?

Você deve ser submetida a um novo exame de glicemia de jejum (ou teste de tolerância à glicose, dependendo do caso) a partir de um mês e meio após o parto, e é muito provável que sua taxa de açúcar no sangue tenha voltado ao normal. Apesar disso, mulheres que tiveram diabete gestacional são mais propensas a ter diabete mais tarde, por isso o exame de glicemia de jejum deverá fazer parte da sua rotina anual de exames. Mulheres que já eram obesas antes da gravidez têm mais risco de continuar diabéticas depois do parto.

E quem já era diabética antes de engravidar?

A gravidez terá que ser acompanhada de perto no caso de diabete preexistente. Se os níveis glicêmicos estiverem controlados, porém, diminuem as chances de haver problemas com o bebê.

 

Matéria do Site Baby Center